Lucas Barata é natural de Salvador, Bahia. Sediado em São Paulo desde 2001 desenvolve atividades como DJ, Produtor Cultural, Pesquisador Musical e Livre-Radialista. Como DJ, se interessa mais particularmente pelos ambientes que a música pode ajudar a criar do que pelos processos de audição propriamente ditos, e defende a discotecagem como um motor de dinâmicas sociais, estéticas e festivas, como uma ferramenta de construção de espaços e relações.

Passeia com segurança e tranqüilidade pela história da música popular brasileira do último século, notadamente pelas sonoridades das décadas de 60 e 70, através das quais atinge as conexões da música brasileira com a música do mundo. No repertório feito exclusivamente com discos de vinil você ouve: samba de todas as ordens e tipos, música instrumental brasileira, tropicália, bossa nova e bossa jazz, latin jazz, latin soul, 60’s soul, funk old school, afrobeats e grooves em geral.

Seus sets já o levaram a tradicionais festas populares da Bahia, como a Lavagem do Bonfim e a festa de Yemanjá (Programação oficial da Secretaria de Cultura), prestigiados festivais de arte e música brasileiros, como o Universo Parallelo, e a alguns importantes clubes undergrounds e de cultura urbana de Salvador, São Paulo e Campinas, onde atualmente é residente e curador Da Casa São Jorge Bar.Já tocou ao lado de Elza Soares, Arnaldo Antunes, Antônio Nóbrega, Gerson King Combo, Eyedentity (L.A.), Lanny Gordin, Curumin, Didi Gomes (Novos Baianos), Siba e a Fuloresta, Peu Meurray (Lenine, Marisa Monte), Mônica Millet (Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa), Bocato, Lucas Santtana, Rappin Hood, Os Opalas, Zé de Riba, Sandália de Prata, Izzy Gordon, Fred Jorge e Os Maiorais e dos DJs Paulão, Goya, Tahira, freDJorge, Marcelinho da Lua, MZK, MOK, Nuts, JulioMarks (Barcelona), Sir Joe Fulloffunk (Suíça), Shantisan (Áustria), Alquimix (Funk the System), Magrão (Dubversão), Coletivo Vinil é Arte, MiniStereo Publico Sistema de Som, dentre outros.

Acreditando na estética como forma de intervenção política, procura sempre conduzir suas pesquisas musicais, programas radiofônicos e discotecagens como veículos de re-construção social. E por isso mesmo tem cada vez mais pensado e feito seu som em contextos urbanos e caminhos brasileiros. O som tá na rua. A rua é nóis.